Sigur Rós - Glósóli
Recursos digitais (Photo story - Ver a História)
Chegamos à última etapa. Quando terminamos a história e se ela estiver concluída vai surgir uma página de conclusão do Photostory para ambiente Windows. Podemos ver a história agora criada. Para a visualizar, clica em Visualizar a História. De seguida e automaticamente o Windows Media Player irá abrir. Clica em Play e poderás ver o vídeo que fizeste.
Recursos digitais - Photo story (Guardar a História)
Vamos pois concluir a história gravando-a e transformando-a num formato de vídeo.
Acedemos a Guardar a História.
1. Escolhemos a opção Guardar a História no computador.
2. Clica em Procurar para indicar o local onde vais guardar a História.
3. Na caixa de Texto - Nome de Ficheiro - escreve o nome da tua história.
4 Clica em Guardar e depois em Seguinte.
Recursos digitais - Photostory (Adicionar música)
Situação 1: Música pré-gravada
Quando já temos um ficheiro de
música podemos adicionar um ficheiro de música à nossa sequência de imagens
e/ou à narração que fizemos. Neste caso procedemos do seguinte modo:
1. Clica em Adicionar música de
fundo, depois numa sequência de diapositivos (as imagens) e depois em Selecionar Música.
2. De seguida temos uma caixa de
diálogo, que vai procurar o ficheiro de música que queremos. Temos de utilizar
um padrão de ficheiro que o programa utiliza (wma,mp3 ou wav) e de seguida
clica em Abrir.
3. É mostrada a música
selecionada através de uma barra colorida acima da imagem na película. Isto vai
ajudar-nos a escolher a fração das imagens mostradas para cada excerto de
música adicionada. Este procedimento é muito importante se escolhermos mais de
uma música a inserir no filme.
Situação 2: Criar a própria música...
Recursos digitais - Photo story (Fazer uma narração)
Podemos adicionar a nossa voz à história visual que estamos a criar. Precisamos para isso de um microfone. O programa tem um assistente que nos orienta na sua utilização. Para gravarmos a nossa voz, ou seja fazer uma narração, devemos seguir as seguintes indicações:
1. Clicar no botão Microfone;
2. Surge-nos um assistente de som, do programa. Devemos seguir as instruções dadas, e no fim desse processo significa que o microfone está pronto para iniciar a gravação. Para prosseguir seguimos as seguintes indicações;
3. Clica numa imagem na sequência de imagens;
4. Adiciona o texto pretendido na área de cartão de sugestão;
5. Clique no botão de Gravação da Narração para iniciar a gravação da narração;
6. O ponto vermelho no botão de gravação começará a piscar, o que indica que a gravação se está a realizar. Em simultâneo, é fornecido um cronómetro para ajudar a acompanhar o tempo da narração;
7. Quanto terminares de narrar a imagem, clica em Stop para parar a gravação.
Recursos digitais - Photo story (Adicionar texto)
Adicionar Texto às Imagens.
1. Podemos escrever um pequeno texto sobre a imagem selecionada. Deves aceder ao Menu Adicionar Texto às imagens.
2. Podemos alterar o tipo de letra ao clicar no botão Seleciona o tipo de letra. 3. Neste menu podes escolher o estilo da letra. Termina com OK.
4. Podes ainda alterar o alinhamento do texto, de modo que fique centrado, à esquerda ou à direita.
5. Podes fazer isto em todas as imagens. A escolha é tua. No fim clica em Avançar.
Recursos digitais - Photo story (Adicionar imagens)
Etapa 1 - Adicionar imagens ao filme.
Aceder ao programa. A seguir às boas - vindas, seleciona Iniciar uma nova história e clica em Seguinte.
2. Abrir-se-á uma janela que pede par procuraes o local onde as imagens se encontram. Para adicionar mais que uma imagem de cada vez, clica mantendo pressionada a tecla CTRL, do teclado, clicando nas imagens que pretendes adicionar. No final clicar em Abrir.Aceder ao programa. A seguir às boas - vindas, seleciona Iniciar uma nova história e clica em Seguinte.
3. Nesta etapa da criação do filme já tens as fotografias escolhidas que vão aparecer como uma película de filme, semelhante à imagem que vês de seguida:
4. Podes não ter colocado as imagens na ordem que querias. Podes voltar a organizar o filme, de duas formas:
a) Reorganizar as imagens - Se a ordem das imagens não está como gostarias, podes fazer as alterações que quiseres arrastando-as na barra de um lado para o outro;
a) Reorganizar as imagens - Se a ordem das imagens não está como gostarias, podes fazer as alterações que quiseres arrastando-as na barra de um lado para o outro;
b) Editar as imagens - Na edição de imagens podes girar a imagem, ajustar tons de cor ou introduzir alguns efeitos que o programa te permite fazer. Deves por isso clicar em Editar. Em alternativa com botão direito do rato surge-te ao clicar numa imagem, um menu com as mesmas possibilidades. No fim clica em Guardar para salvar as alterações.
5. Clica em Seguinte, para poderes continuar à seguinte etapa.
Recursos digitais - Photo story (O que vamos fazer)
Vamos então começar...
Como sabes, a ideia é que a partir das ilustrações cries um pequeno filme sobre o conto de António Torrado "A gaivota que não queria ser".
Vamos utilizar um programa simples, o "Photostory 3", da Microsoft. O programa permite adicionar imagens (as ilustrações que fizeste), organizá-las e inserir efeitos visuais, adicionar sons e no fim transformá-lo num vídeo que pode ser publicado no "You Tube" e também aqui neste Blogue associado à Biblioteca Escolar.
O programa já existe nos computadores que vais usar. Caso o queiras descarregar no teu computador, podes fazê-lo, aqui.
Seres Vivos - A Gaivota
Para saberes mais sobre a personagem principal da história e, em articulação com a disciplina de Ciências Naturais, também podes explorar a temática dos Seres Vivos - Aves Marinhas - Gaivota.
Através deste Mapa de Conceitos podes ficar a perceber melhor onde vive, como se desloca, o que come e outras informações.
Através deste Mapa de Conceitos podes ficar a perceber melhor onde vive, como se desloca, o que come e outras informações.
Ilustração
Agora que já sabes o que é uma Narrativa Visual vais ficar a perceber melhor o que é a Ilustração, as suas características e que técnicas podes utilizar para a realizares.
Comunicação e a Narrativa Visual
A Comunicação faz-se de diferentes formas e percebemos o que nos é transmitido por diferentes sentidos. Quando falas ou escreves comunicas. E quando desenhas ou pintas, também estás a comunicar?
Tens estado a trabalhar um conto que é uma narrativa, mas se quiseres transmitir as mesmas ideias através do desenho como se chamará?
Para ficares a perceber melhor todos estes conceitos vais ouvir uma gravação que os explica.
O Projeto

O projeto que aqui propomos é uma das formas possíveis de integrar o digital e as suas diversas possibilidades numa prática de abordagem curricular, em que se irão conciliar diferentes suportes, a leitura, a escrita, o áudio e a ilustração como suporte para a construção de produtos em vídeo. Embora o ponto de partida seja a disciplina de Português, procuramos integrar as disciplinas de Educação Visual e de Ciências Naturais.
Propomos
partir de um texto de António Torrado, "A gaivota que não queria ser" e com base nele propor um conjunto de experiências de aprendizagem que pretendem conciliar a capacidade de interpretação de um texto, com a sua
reconstrução em termos escritos e o seu aprofundamento criativo, com a
produção dos seguintes produtos:
- Reconto do texto;
- Ilustração do texto;
- Realização da biografia do autor;
- Exploração da temática dos "Seres Vivos", em particular a ave marítima: Gaivota;
- Criação de uma animação, utilizando imagens, texto e música, através da exploração da ferramenta "Photostory";
- Divulgação dos produtos criados pelos grupos de trabalho, no blogue.
A
exploração das diferentes etapas da sua concretização está organizada
na planificação que se apresenta no próximo post. Com ela
indicamos os aspetos mais relevantes, a saber:
1. Disciplinas / Intervenientes e espaços de concretização;
2. Os conteúdos temáticos;
3. As atividades propostas;
4. As articulações previstas;
5. A Metodologia;
6. Os Recursos e a Avaliação das atividades e das aprendizagens realizadas.
Começar ... Aprender com o digital
“Sem a palavra, sem a
escrita e sem os livros não há história, não existe a humanidade.”
(Hesse, ..., p. 109)
O
livro e por ele, a leitura constrói um conjunto de significados que nos dão a
possibilidade de aceder a ferramentas de construção cultural, de formulação de
identidades, do nosso património cultural, da memória, por onde é possível
dialogar com os que sonharam também como nós incentivar numa eterna
reconstrução do mundo. No
livro encontramos os modos como as relações sociais se organizam, devolve-nos
os aspectos em mudança no conhecimento que se tem do mundo e nele podemos
aceder ao diálogo que a tecnologia e a natureza permite estabelecer na vida do
homem.
O livro foi e é uma das formas possíveis de romper mundos fechados, de conceder a respiração que, individualmente, cada um de nós transporta. Com ele compreendemos as representações que as novas ideias estabelecem, abrimo-nos aos conceitos de modernidade, como forma de sociedade. Com o livro foram dispensados os intermediários do saber e dada à leitura uma forma individual de construir o mundo. No livro descobrimos as surpresas do reconhecimento das nossas próprias vozes.
Nas últimas duas décadas um conjunto de transformações sociais e tecnológicas mudaram a forma como nos relacionamos, como socializamos, como apreendemos o mundo, como acedemos à informação. O digital trouxe à leitura complementaridades, desafios que importa aproveitar, para essa ideia essencial que é resgatar as palavras capazes de nos fazer caminhar em universos de possibilidades novas, em encontrar os interiores de que somos feitos.
O livro foi e é uma das formas possíveis de romper mundos fechados, de conceder a respiração que, individualmente, cada um de nós transporta. Com ele compreendemos as representações que as novas ideias estabelecem, abrimo-nos aos conceitos de modernidade, como forma de sociedade. Com o livro foram dispensados os intermediários do saber e dada à leitura uma forma individual de construir o mundo. No livro descobrimos as surpresas do reconhecimento das nossas próprias vozes.
Nas últimas duas décadas um conjunto de transformações sociais e tecnológicas mudaram a forma como nos relacionamos, como socializamos, como apreendemos o mundo, como acedemos à informação. O digital trouxe à leitura complementaridades, desafios que importa aproveitar, para essa ideia essencial que é resgatar as palavras capazes de nos fazer caminhar em universos de possibilidades novas, em encontrar os interiores de que somos feitos.
O digital encontrou resistências. Resistências advindas da funcionalidade prática das aplicações, das linguagens múltiplas criadas, da centralidade do currículo em respostas pré-planeadas e do sentido simbólico da própria instituição escolar. As transformações vividas dão-nos caminhos, capazes de promover ambientes articulados de aprendizagem (Hargreaves, 2003) que estimulem a criatividade, fomentando melhores oportunidades.
As bibliotecas escolares podem desempenhar um importante papel nesta abertura a uma construção contextualizada do conhecimento. A leitura pela sua importância e pela sua ligação às literacias é um dos campos essenciais desta dinâmica. É essencial incentivar diferentes formas de leitura, sendo as aplicações integradas no que se chamou a Web 2.0, uma das possibilidades para diversificar formas de aprender e de comunicar ideias.
No sentido de criar uma pedagogia de leitura que valorize o prazer de ler, mas também os recursos ao seu dispor, a sua integração em áreas que não apenas curricularmente as línguas, o projecto que aqui deixamos procura de um modo simples e prático apresentar o que pode ser uma motivação à leitura, com recurso a um universo de ferramentas digitais, que incluam,o texto, o audio, o video, o pensamento organizado, os mapas de ideias, a literacia da informação e a inovação criativa.
Referências
Hargreaves, A. (2003). O ensino na sociedade do conhecimento: A educação na era da insegurança. Porto: Porto Editora.
Herman, H. (2010). “Magia do Livro”, in Uma Biblioteca da Literatura Universal. Lisboa: Cavalo de Ferro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









